Um município quer fechar as suas festas sem pólvora. Uma construtora precisa de medir um desaterro antes de segunda-feira. Um técnico anda há três anos a subir a coberturas industriais com arnês e começa a pensar se haverá outra forma de o fazer. Quatro problemas muito diferentes que acabam na mesma pesquisa: uma empresa de drones que saiba do seu ofício.
O problema é que o setor está muito fragmentado. Há a produtora que faz vídeo aéreo, a escola que forma pilotos, a engenharia que faz fotogrametria e a empresa que monta espetáculos com drones. Cada uma na sua parcela, e o cliente a fazer de ligação entre todas.
A UMILES Group montou-se ao contrário: primeiro a voar, depois a formar os seus próprios pilotos, a seguir a levar essas horas de voo aos espetáculos de grande formato e, por fim, a fabricar a sua própria tecnologia. Contamos o que isso implica na prática e em que casos compensa trabalhar com um operador que cobre todo o ciclo.
O seu projeto toca mais do que uma disciplina?
Um espetáculo e a sua cobertura em vídeo, uma inspeção e a formação da sua equipa. Com um só interlocutor poupa coordenações e bastantes emails.
Índice de contenidos
ToggleO que significa ser uma empresa de drones integral
Que um fornecedor se defina como «integral» soa a etiqueta comercial até dar de caras com um projeto que cruza duas disciplinas. Aí nota-se.
Exemplo do dia a dia: uma marca contrata um espetáculo para a inauguração de uma fábrica e, já agora, quer o vídeo aéreo do evento e uma nuvem de pontos das instalações para o dossiê. Com fornecedores separados isso são três orçamentos, três seguros, três coordenações aéreas e alguém —normalmente você— a fazer de cola entre os três.
- Um único responsável operacional. Se algo atrasa ou o vento obriga a mudar uma janela de voo, não há empurra entre fornecedores.
- Os mesmos pilotos. Quem voa um espetáculo com dezenas de aeronaves coordenadas é o perfil que sabe ler um NOTAM e gerir uma zona condicionada.
- Critério técnico transversal. Saber que tipo de drone encaixa em cada trabalho —multirrotor, asa fixa, híbrido— e em que categoria de operação se enquadra não é evidente se só se fez uma coisa a vida toda.
Espetáculos com drones: a parte que se vê
Os drone light shows são a cara visível do grupo e a que mais cresceu nos últimos anos, em boa parte porque muitos municípios estão a substituir a pirotecnia por alternativas sem fumo, sem ruído e sem risco de incêndio no verão.
Por trás de um espetáculo de três minutos há bastante mais trabalho do que parece: desenho da coreografia em 3D, simulação, plano de voo, gestão do espaço aéreo com as autoridades competentes, análise de riscos, plano de contingência e uma equipa em terra no dia do evento. A UMILES levou espetáculos a vários países da Europa e da América Latina, desde eventos corporativos a celebrações municipais de grande lotação.
Uma nota prática se está a ponderar um: os prazos mandam. A coordenação aérea e as licenças não se resolvem numa semana. Quanto mais cedo fechar data e local, mais margem tem para que o desenho seja o que quer e não o que dá tempo de fazer.
Formação de pilotos: a base de tudo o resto
É a peça que sustenta o resto. Sem pilotos habilitados não há espetáculos, nem inspeções, nem levantamentos topográficos. Por isso a escola não é um negócio paralelo: é o viveiro do próprio grupo.
A UMILES University é centro de formação reconhecido pela AESA, a autoridade aeronáutica espanhola, com aulas presenciais em Madrid. Aí lecciona-se desde o curso profissional de piloto de drones —o ponto de partida para operar de forma legal e cobrar por isso— até às habilitações que exige a categoria específica.
Ter o título básico habilita a voar. O que o torna faturável é saber entregar um produto: um ortomosaico georreferenciado, um relatório de inspeção com evidências ou um mapa de vigor de uma cultura. O título habilita; a especialidade é o que fatura.
Serviços profissionais: fotogrametria, topografia, inspeções e agricultura
É a linha menos vistosa e a que mais volume de trabalho gera. Aqui o drone não é o protagonista, é a ferramenta que recolhe o dado.
- Topografia. Levantamentos, cálculo de volumes em pedreiras e depósitos, acompanhamento de obra.
- Fotogrametria. Modelos 3D, ortofotos e nuvens de pontos a partir de centenas de imagens sobrepostas.
- Inspeções. Coberturas industriais, linhas elétricas, parques solares, torres de telecomunicações. Evita-se montar andaimes e reduz-se o trabalho em altura.
- Agricultura. Índices de vegetação, deteção de stress hídrico e contagem de plantas para ajustar tratamentos por zonas.
O que distingue um trabalho bem feito de um medíocre quase nunca é o drone. É o planeamento de voo, o controlo de qualidade do dado e o processamento posterior. Uma má sobreposição ou pontos de apoio mal medidos arruínam a entrega por muito caro que seja o equipamento.
Fabrico próprio
A maioria dos operadores revende e voa hardware de terceiros. A UMILES desenvolve o seu: o Drone Saturno, orientado para vigilância e aplicações de segurança, com engenharia espanhola.
A consequência prática nota-se pouco de fora e muito de dentro: quando o equipamento é seu, uma avaria ou um problema de fornecimento não o deixa parado à espera de um fabricante que está a dez fusos horários de distância.
Os prazos das licenças mandam mais do que a produção
A coordenação aérea não se resolve numa semana. Quanto mais cedo se fecham data e local, mais margem há para que o desenho seja o que quer.
A quem encaixa cada linha
- Municípios, agências e marcas: espetáculos para festas, inaugurações e lançamentos.
- Quem quer viver disto: título e especialização.
- Construção, minas e energia: topografia, fotogrametria e inspeção.
- Agricultura: mapas de vigor e tratamentos por zonas.
- Vigilância e segurança: tecnologia própria e desenvolvimento à medida.
Perguntas frequentes
A UMILES é fabricante ou operador?
As duas coisas. Opera drones em espetáculos, serviços técnicos e filmagem, e além disso desenvolve tecnologia própria. É o que a separa dos operadores que apenas revendem hardware alheio.
Pode contratar-se formação e serviços ao mesmo tempo?
É bastante habitual. Uma empresa que quer internalizar as suas inspeções forma o seu pessoal e, entretanto, subcontrata os trabalhos pontuais. Mesmo interlocutor, sem duplicar fornecedores.
Os serviços são só para grandes clientes?
Não. O âmbito adapta-se: desde uma inspeção pontual de uma cobertura até contratos recorrentes de acompanhamento de obra.
Com que antecedência se reserva um espetáculo?
Quanto mais cedo melhor. As licenças e a coordenação do espaço aéreo têm os seus prazos, e em época alta —verão e Natal— as boas datas esgotam.
Falemos do seu projeto
Se o seu projeto fica numa só disciplina, qualquer fornecedor especializado serve. Se cruza duas ou mais —um espetáculo e a sua cobertura audiovisual, uma inspeção e a formação da sua equipa—, ter um só interlocutor poupa tempo e bastantes emails.
Diga-nos o que precisa e dizemos-lhe com franqueza se encaixa connosco ou se lhe convém outra coisa. Escreva-nos a partir da página de contacto e vemos isso.
Um só interlocutor para todo o ciclo
- ✓Frota, software e tecnologia próprios
- ✓Licenças e coordenação aérea incluídas
- ✓Espetáculos, serviços técnicos e formação de pilotos
- ✓Operações em Espanha, Itália, Portugal e América Latina
Fale connosco sobre o seu projeto
Não sabe por onde começar? Conte-nos o seu caso


